Inclusão busca facilitar a identificação de casos e incentivar medidas preventivas nas organizações.A nova CID (Classificação Internacional de Doenças), que agora inclui o burnout como doença ocupacional, entrou em vigor no Brasil no dia 1º de janeiro de 2025.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) já havia reconhecido a síndrome de burnout em sua lista desde 2022. Agora, os pacientes brasileiros poderão ser diagnosticados com o código QD85. A mudança pode trazer mais transparência e precisão no tratamento da condição.
Os principais sintomas de burnout são o esgotamento físico e mental, alterações de humor, insônia, dores musculares e de cabeça. A CID foi traduzida para o português pelo Ministério da Saúde, incluindo 55 mil códigos que abrangem diversas condições. O tratamento para a condição envolve tratamento psicológico e medicamentos prescritos por um médico.
Segundo o Ministério da Saúde, os profissionais mais afetados são os médicos, enfermeiros, professores, policiais e jornalistas. “A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes”, define o órgão.

Fonte: Poder360